Quem faz

foto: arthur malaspina

Arthur Malaspina é professor de língua portuguesa, leitor maníaco e notório descumpridor de prazos. Viveu em Itápolis até os 15 anos, desde então morou em Araraquara, Bauru, Jundiaí e novamente Bauru. Tem dois irmãos, uma esposa, três gatos, um cachorro, um monte de alunos e uma quantidade ainda maior de livros não lidos. No twitter: @arthurskywalker.

 

foto: puncha

Felipe Souza (Puncha) é muçulmano, pesquisa islamofobia e intolerância religiosa, e quer pra você o dobro do que deseja a ele. No twitter: @muhammadpuncha.

 

foto: gabriela ventura

Gabriela Ventura é leitora, escritora, professora e encrenqueira. Doutora em Literatura Portuguesa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. No twitter: @venturieta.

 

foto: leandro durazzo

Leandro Durazzo é antropólogo e tradutor. Autor de “Gestação de Orfeu” (ensaio, 2011), “Tripitaka” (poesia, 2014), “Histórias do Córrego Grande” (prosa, 2015) e “Cantos de Natal” (poesia, 2017), integrou a antologia de poesia contemporânea É Agora Como Nunca, organizada por Adriana Calcanhotto para a Cia. das Letras (2017). Trabalha com povos indígenas e religiões orientais, nem sempre ao mesmo tempo. No twitter: @durazzo.

 

foto: olivia maia

Olivia Maia é escritora e ilustradora, e começou a publicar literatura em 2006. Em agosto de 2013, deixou o trabalho como professora e foi embora de São Paulo com uma mochila nas costas. Depois de dois anos e dois pares de botas entre os Andes e os Alpes, instalou-se no interior da Bahia, na cidade de Lençóis, onde toma banho de rio, desenha e escreve. No twitter:  @nyex.

 

foto: stephanie borges

Stephanie Borges é carioca, jornalista, tradutora e poeta. Escreve sobre livros e cultura pop. Traduz de romances young adult a poetas como Claudia Rankine e Audre Lorde. No twitter: @stephieborges.

 

foto: victor caparica

Victor Caparica é professor, pesquisador, leitor. É de humanas mas já foi de exatas e queria ter feito biológicas. É cego, mas fez pactos inomináveis com forças das profundezas profundas e conseguiu acesso a magias com as quais usa o computador, o que foi muito providencial já que o preguiçoso nunca aprendeu a ler em braille. Melhor mestre de D&D do interior paulista.