Olá ouvintes,

Diretamente inspirado no ESPECIAL CARAVAN 1964 do Scicast, nós do Trabalho de Mesa resolvemos postar essa audio aqui. Já faz um tempo que algumas coisas tem nos incomodado. Quando o Presidente da República faz um discurso oficial sobre o “Dia Internacional da Mulher”, da forma como foi, e isso fica natural… Quando vemos cada vez mais brincadeiras de internet virarem Pseudociências, e essas Pseudociências virarem religião e depois virarem verdade, e isso também fica natural… Quando vemos o mundo cada vez mais “Assombrado pelos Demônios” e as pessoas achando tudo natural, pensamos em qual tipo de inimigo nós estamos combatendo.

Obrigado Scicast pela coragem e dedicação. O especial sobre 1964 é inspirado em fatos do Brasil. A cena é de um espetáculo inspirado no livro 1984 de G. Orwell.  O Espetáculo chamava-se: “A Máquina que Matava Fascistas”.

20 anos ficcionais separam essas ideias. Não aconteceu ontem…. Mas, infelizmente poderá acontecer amanhã.

 

Antes de mais nada ouvintes e ouvintas, precisamos alertar 3 coisas:

a) Ouçam de fones de ouvido;
b) Escutem tudo de uma só vez e
c) Se você é sensível a violência, melhor não escutar.

Desde já obrigado a Todos e lembrem-se: “Vc é aquilo que vc compartilha”

 

Mais sobre a Máquina que Matava Fascistas:

Vídeo 1: https://www.youtube.com/watch?v=kXhLRXriuk4 (Sobre o Projeto)

Vídeo 2: https://www.youtube.com/watch?v=aOUlB-tmKN4 (Livros e Referências 1)

Vídeo 3: https://www.youtube.com/watch?v=EEOuGMWlsvw (Blade Runner)

Teaser do Espetáculo: https://www.youtube.com/watch?v=G1VGFzs7Mrw&t=73s

Vídeo 4: https://www.youtube.com/watch?v=aOiiJ4x2fiU&t=805s (Como Criar o Espetáculo)

VÍDEO CLIPE: https://www.youtube.com/watch?v=YCEPpPpWyOQ – Isso é lindo!!!

 

O espetáculo: A Máquina que Matava Fascista (texto de Reinecken, Georgia & Cruccioli) foi uma peça de teatro apresentado no ano de 2016 em várias cidades do DF e abordava a Liberdade na Internet e a necessidade – aparentemente natural do Ser Humano em guerrear consigo mesmo.

A História já nos provou que basta uma alteração de poder para qualquer um virar vilão.

O áudio apresentado é retirado de uma cena da peça e foi produzido, gravado e editado por Reinecken e Daniel Pitanga.